Sexta-feira, 26 de Junho de 2009
Quinta-feira, 11 de Junho de 2009
Domingo, 31 de Maio de 2009
London' may 09
Domingo, 24 de Maio de 2009
Sexta-feira, 15 de Maio de 2009
coimbra, passou a ser Coimbra, no ano passado. Quando todas as semanas me levaram a conhecer um sitio diferente durante uns meses. Antes, o devaneio, as queimas e as latadas, ainda não tinham surtido efeito. E depois percebo o encanto, reforçado pelos caloiros que nos dois últimos anos chegaram e que já trajaram, tendo-me deixado sem palavras quando re-traçei um deles.
Coimbra são as meninas. O sexto trás. Os nossos jantares. Enfermagem e muito estudo. Muitas conversas. Risos intermináveis. Filmes e Anatomia de Grey. Gelado de baunilha com bolacha. Pão de alho. Lágrimas. Neuras. Varanda. Dança. Xutos. Noites de queima que só quem as viveu sabe o que são. Pseudo-embriaguês de sono. Bailleys. Piano Negro. Esplanada da Associação. Jantares lá para baixo. Traçadinho. Guitarra. Serenata que me cantaram no 2º ano, em pleno recinto da queima. Segredos partilhados. Deitar no meio da rua. Gritar. Traje. Trabalhar. Filmes na cama. Sessões de relaxamento. 'Miúda'. Cartola e bengala. Ver as estrelas nos arredores. Parque do urso. O miradouro. Mc Donalds. Mc Donalds às 2h da manhã. Estágios. Estação de comboios. Táxi. Caminhar. Piscina. Dolce Vita. Fórum. Arroz Doce. Oasis. Fado. Lutas de garrafa de água no carro. Jantares nas cantinas. Figueira. Choupal. Arrumar. Frio. Sol. A Sé. As universidades. Calor. Magia. As monumentais. A lenda das bolas (lembrei-me da aposta que se mantém!!). Erasmus. Passeios. Feriados. Oração. Felicidade. Chocolate. Bicicleta. Chegadas às 6h30 da manhã. Noites de queima sem deixar de passar pela padaria. Os feriados.
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Mas Coimbra sempre teve a Di e a Ana. Depois a Be. Por associação a Mi. Teve o Rui. Teve a Maria Inês. Tem o Bastos e o Gasosa. Coimbra tem a Andreia, a minha voz. A açoreana de 4 estágios seguidos e confidências. O Tó. As minhas meninas de Erasmus. Coimbra tem muita gente que admiro e gosto.
Coimbra!
Domingo, 10 de Maio de 2009
Once upon..
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Era tal e qual uma Amelie Poulin, só que esta, dançava. Dançava, até, ao som de um folhear de um livro. E amava. Amava mais. Amava o coração e a carne, numa simbiose quase psíquica, num devaneio que lhe queimava a derme e lhe roubava saúde.
Um dia não morreu. Porque já não se morre de amor.
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Sábado, 25 de Abril de 2009
coisa nenhuma
Faz alguma coisa das minhas palavras, dos meus afectos, de mim. Qualquer coisa que me diga que eu nao vou cometer os mesmos erros que todos à minha volta fazem.
Chateia-me essa ideia da aprendizagem social. Por isso tenho medo. Muito.
Chateia-me essa ideia da aprendizagem social. Por isso tenho medo. Muito.
Quinta-feira, 16 de Abril de 2009
Sábado, 21 de Março de 2009
21' Março' Dia da Poesia
Trago a saudade na boca
Beijando as palavras.
Saboreio as lembranças
Em doces tragos
[de vazio].
E amo esse silêncio
De lábios rubros.
Tão imperfeitos
Quanto o mundo.
[Dos melhores que escrevi, há já muito tempo]
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