
Eu abomino estes dias que diminuem de luz tão cedo, neste prenúncio de tempos de chuva e frio. Eu sou do Verão. Nunca do inverno (que leva logo com letra minúscula). Eu sou de sol e tenho medo de lados lunares (e logo eu, que tenho várias faces desse prisma). Eu sou de dias, não da noite. Sou de sangria fresca e não de chocolate quente.
Têm sido raras as vezes em que consigo saborear um momento aparentemente eterno. Tudo está a andar a uma velocidade de ponta e eu desconfio que alguém anda a acelerar o universo. É que só pode.
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